Exercício de Adjunto Adnominal

Observe os seguintes versos:

“No fundo do mar
tanto tesouro!
No fundo do céu
Há tanto suspiro!
No meu coração
Tanto desespero!”

(Manuel Bandeira, Poesia Completa e Prosa: Estrela da Manhã.)

  • O adjunto adnominal está em negrito:

a) Somente no verso 1.
b) somente nos versos 1 e 5.
c) nos versos 1, 2 e 5, exclusivamente.
d) apenas no verso 5.
e) em todos os casos em destaque.

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Postado por Mariane Algaba

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Literatura no cinema

Dia 23 de abril é comemorado o Dia Internacional do Livro. Mas numa geração cada vez mais conectada, será que alguém ainda tem o hábito de ler obras impressas? Se você é do grupo que tem certeza, essa matéria é para você. Se você acha que não, também serve.

Até porque, pelo que vemos por aí os sucessos de bilheteria, atraem cada vez mais jovens às livrarias de todo o mundo. E isso nos faz acreditar que sim, o pessoal ainda lê. Pelo menos é isso que indica a listinha que fizemos com o sucessos de vendas e bilheterias.

1º Crepúsculo de Stephenie Meyer

2º Diário de Princesa de Meg Cabot

3º Comer Rezar Amar

4º Sherlock Holmes

5º Julie & Julia

6º O caçador de pipas

7º Harry Potter

8º Ps. Eu te amo

9º Senhor dos Anéis

10º Entrevista com o Vampiro


Parnasianismo no Brasil

No Brasil, o parnasianismo chegou na segunda metade do século XIX e teve força até o movimento modernista (Semana de Arte Moderna de 1922).

Os principais representantes do parnasianismo brasileiro foram:

Alberto de Oliveira. Obras principais: Meridionais (1884), Versos e Rimas (1895), Poesias (1900), Céu, Terra e Mar (1914), O Culto da Forma na Poesia Brasileira (1916).

Raimundo Correia. Obras principais: Primeiros Sonhos (1879), Sinfonias(1883), Versos e Versões(1887), Aleluias(1891), Poesias(1898).

Olavo Bilac. Obras principais: Poesias (1888), Crônicas e novelas (1894), Crítica e fantasia (1904), Conferências literárias (1906), Dicionário de rimas (1913), Tratado de versificação (1910), Ironia e piedade, crônicas (1916), Tarde (1919).

Francisca Júlia. Obras principais: Mármores (1895), Livro da Infância (1899), Esfínges (1903), Alma Infantil (1912).

Vicente de Carvalho. Obras principais: Ardentias (1885), Relicário (1888), Rosa, rosa de amor (1902), Poemas e canções, (1908), Versos da mocidade (1909), Páginas soltas (1911), A voz dos sinos, (1916).

Postado por Amanda Comar

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Exercícios – Poesia Parnasiana

1) Assinale a alternativa que tenha apenas características do Parnasianismo:

a) culto da forma; objetivismo; predomínio dos elementos da natureza;
b) preocupação com a forma, com a técnica e com a métrica; presença de rimas ricas, raras, preciosas;
c) predomínio do sentimentalismo; vocabulário precioso; descrições de objetos;
d) teoria da arte pela arte; métrica perfeita; busca do nacionalismo;
e) sexualidade; hereditariedade; meio ambiente;

2) (MACKENZIE) Não caracteriza a estética parnasiana:

a) A oposição aos românticos e distanciamento das preocupações sociais dos realistas.
b) A objetividade, advinda do espírito cientificista, e o culto da forma.
c) A obsessão pelo adorno e contenção lírica.
d) A perfeição formal na rima, no ritmo, no metro e volta aos motivos clássicos.
e) A exaltação do “eu” e fuga da realidade presente.

Postado por Sabrina Marcolin

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Exemplos – Poesia Parnasiana

Vaso Chinês

Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.

Fino artista chinês, enamorado
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.

Mas, talvez por contraste à desventura –
Quem o sabe? – de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura:

Que arte, em pintá-la! A gente acaso vendo-a
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.

Alberto de Oliveira

A Cavalgada

A lua banha a solitária estrada.
Silêncio! … Mais além, confuso e brando,
O som longínquo vem se aproximando
Do galopar de estranha cavalgada.

São fidalgos que voltam da calçada;
Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando,
E as tropas a soar vão agitando
O remanso da noite embalsamada…

E o bosque estala, move-se, estremece…
Da cavalgada o estrépito que aumenta
Perde-se após no centro da montanha.

E o silêncio outra vez soturno desce…
E límpida, sem mácula, alvacenta,
A lua a estrada solitária banha…

Raimundo Correia

Via láctea

“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo

Perdeste o senso!” Eu vos direi, no entanto,
Que para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto…

E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”

E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.”

Olavo Bilac

Postado por Bianca Pereira

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Poesia Parnasiana

A poesia parnasiana é objetiva, descritiva e materialista, sem vínculo com a realidade. Outras características são a alienação, o rigor formal, a busca pela perfeição, a inspiração na Antigüidade clássica, a sensualidade, a presença de mitologia pagã e o uso de uma linguagem rebuscada.

Os principais representantes são:

OLAVO BILAC – apresentou poesias de temas variados, como o lirismo amoroso, a morte, a velhice, a existência humana, além da História Antiga e do Brasil. Conhecido como o “principe dos poetas brasileiros”.
obras: “Via Láctea”, “Sarças de Fogo”.

ALBERTO DE OLIVEIRA – o “mais parnasiano”; escreveu poemas sentimentais, descritivos e satíricos.
obras: “Vaso Grego”, “Vaso Chinês”, “Obras Parnasianas”.

RAIMUNDO CORREIA – suas obras apresentam reflexões de ordem moral e social, com versos pessimistas e filosóficos.
obras: “As Pombas”, “A Cavalgada”.

Postado por Raisa Anibal

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Exemplos de adjunto adverbial

  • De afirmação – Sim, com certeza, deveras etc.
  • De assunto – Sobre política, sobre time, etc.
  • De causa – Por necessidade etc.
  • De companhia – Com meus irmãos etc.
  • De concessão – Apesar etc.
  • De dúvida – Talvez, porventura, quiçá, acaso etc.
  • De lugar – Aqui, ali, acolá, abaixo, atrás, dentro, lá etc.
  • De instrumento – Com a pá etc.
  • De intensidade – Muito, pouco, *bastante, mais, tão, quão etc.
  • De matéria – Com mármore etc.
  • De meio – De ônibus, de carro etc.
  • De modo – Bem, mal, devagar, depressa, palavra + mente: carinhosamente, educadamente etc.
  • De negação – Não, em hipótese alguma etc.
  • De tempo – Ontem, hoje, agora, cedo, tarde, breve etc.

Exercicio

(Fuvest) Assinalar a oração que começa com um adjunto adverbial de tempo:
a) Com certeza havia um erro no papel do branco.
b) No dia seguinte Fabiano voltou à cidade.
c) Na porta, (…) enganchou as rosetas das esporas…
d) Não deviam tratá-lo assim.
e) O que havia era safadeza.

Postado por Gabriela Machado

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